Curso Gratuito EaD "Prevenção do Coronavírus no meio rural"

O Portal Brasil Agrícola, em parceria com a Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), Pró-Reitoria de Extensão e Cultura e Divisão de Fazendas, está ofertando gratuitamente o Curso de Capacitação "Prevenção ao coronavírus no meio rural", com carga horária de 90 horas e emissão de Certificados. Serão ofertadas três turmas. As inscrições podem ser feitas entre 22 de junho a 31 de agosto de 2020. Para realizar a sua inscrição, clique aqui. Não perca essa oportunidade, cadastre-se e compartilhe o conhecimento com seus amigos!

CECAFÉ ESTIMA EXPORTAÇÃO BRASILEIRA DE 31 A 32 MILHÕES DE SACAS DE CAFÉ NA PRÓXIMA SAFRA


Durante o 5º fórum promovido pelo Conselho dos Exportadores de Café (Cecafé), o diretor geral, Guilherme Braga, estimou que a exportação brasileira do produto na safra 2013/2014, que começa em julho e vai até junho de 2014, deve alcançar entre 31 e 32 milhões de sacas de 60 quilos. Segundo ele, se confirmada a produção, o país retomará o volume histórico embarcado para o exterior.
A atual safra 2012/2013, que termina em junho, o Cecafé estima o embarque de 30 milhões de sacas. A receita cambial deve ficar entre US$ 5,7 bilhões e US$ 6 bilhões, considerando dólar de US$ 2, valor considerado possível por Braga. Segundo o dirigente do Cecafé, o setor não tem sofrido com o apagão logístico, lembrando que o café é embarcado em contêineres, diferentemente dos grãos, a granel.
No mesmo evento, o diretor executivo da Organização Internacional do Café (OIC), Robério Silva, disse que as cotações mundiais da commodity estão em queda apesar dos fundamentos que dariam sustentação aos preços. De acordo com ele, alguns fundamentos não estão sendo absorvidos pelo mercado.
Entre os fundamentos que estariam sido desprezados pelo mercado estão a queda de safra na América Central e os estoques mais baixos do produto nos países consumidores. A safra da América Central deve ter quebra de 2,7 milhões de sacas, provocada pela ferrugem. Em relação aos estoques, o diretor da OIC disse que são historicamente os mais baixos.
Silva lembrou que as indústrias precisam dos cafés finos da América Central para a formação de seus blends. Isso se reflete nos diferenciais de preço, que estão se ampliando, já sinalizando uma menor oferta dessas variedades.


FONTE: Agência Estado
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